É de Blow up que logo nos lembramos, desse filme de Antonioni, desse filme-sonho, com actrizes de sonho. Depois vemo-la como 'a' musa de Serge Gainsbourg, amante e intérprete dessa canção que escandalizou a França pelo seu erotismo e que em Portugal era clandestina nos bailes das gerações de 60 e 70: Je t’aime moi non plus. Depois ela continuou no cinema, gravou discos, nos anos 80 fez teatro na Catedral de Nanterre com Patrice Chéreau. Continuou no espectáculo, na canção - mais próxima ou mais distante de Serge - no cinema, militante, rebelde, com aquela energia sensual que só a ela pertence. Em 2002 encontrou o violinista de origem argelina Djamel Benyelles. Com ele e com os seus músicos criou um espectáculo festivo e contagiante, com o seu vestido vermelho.
23 e 24 de Janeiro, 21:30
Grande Auditório, Culturgest.
Voz: Jane Birkin
Violino: Djamel Benyelles
Piano: Fred Maggi
Alaúde: Amel Riahi el Mansouri
Percussão: Aziz Boularoug
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