domingo, 18 de janeiro de 2004

a kudarc












espero até ser tarde. escrevo quando é tarde. não me afrontam as esperas. foi quando esperava que conheci o köves de kertész. era tarde quando ditei para a minha agenda um poema que nunca vou escrever. não sei escrever a minha respiração. como vou pôr em palavras o ar que não tenho quando percorro esse húngaro danado?

Sem comentários: