ouvi pela primeira vez o sax tenor de jan garbarek numa républica da alta de coimbra. depois corri durante muito tempo à adelina da novalmedina em busca dos ecm importados. tornou-se um vício e a família julgava-me sem remédio.
ouvi tudo o que pude:
sart, triptycon, witchi-tai-to, dansere, dis, places, mágico, afterland, folksongs, eventyr, wayfarer, it's ok to listen to the gray voice, all those born with wings, legend of the seven dreams, i took up the runes, ragas and sagas, twelve moons, madar, officium, visible world, rites, belonging, solstice, arbour zena, my song, sol do meio dia, nude ants, personal mountains, making music, rosensfole, music for films ou caris mere.
a solo ou com keith jarrett, gismonti, jon christensen, bobo stenson, palle danielsson, ralph towner, jack dejohnette, eberhard weber, charlie haden, john abercrombie, nana vasconcelos, bill frisell, michael dipasqua, manu katché, ustad fateh ali khan, ustad nazim ali khan, zakir hussan ou agnes buen garnas.
coleccionei rodelas pretas e depois cd's. li os melhores livros ao som de garbarek. fiquei em silêncio noites inteiras ouvindo garbarek.
garbarek,
daqui a pouco no ccb.