

chegou hoje a tradução de frederico lourenço da ilíada de homero. conforme prometido, li em voz alta a introdução e os primeiros versos. a versão original era cantada para ajudar a decorar tão longa história mas perdeu-se a música há muito tempo. mesmo assim, o vizinho de cima tentou acompanhar com o saxofone o que resultou numa versão a meio caminho entre o acid-jazz e o chill-out. a vizinha do lado sorriu da sua varanda quando ouviu o primeiro verso: canta, ó deusa, a cólera de aquiles, o pelida.
noite alta, ainda ecoam no condomínio os versos da ilíada. a insónia faz-me contar significados possíveis para o facto da primeira palavra da ilíada na versão grega ser "cólera". repito a fórmula que usei nas noites brancas para os lusíadas que terminam com a palavra "inveja".
hoje não me apetece contar carneiros depois de ver a fátima lopes na sic notícias.
noite alta, ainda ecoam no condomínio os versos da ilíada. a insónia faz-me contar significados possíveis para o facto da primeira palavra da ilíada na versão grega ser "cólera". repito a fórmula que usei nas noites brancas para os lusíadas que terminam com a palavra "inveja".
hoje não me apetece contar carneiros depois de ver a fátima lopes na sic notícias.




































