
não vou à praia, vivo de noite, apenas sou visto num edifício que frequento cuidadosamente depois da meia-noite onde somente um e sempre o mesmo segurança esboça um cumprimento, igual a um espasmo fraco e cinzento como as paredes abandonadas à tranquilidade estival. recebo curiosas mensagens no atendedor de preocupação familiar e amiga. a mais estranha de todas recebi-a de um amigo, que sempre viveu protegido pela noite e pelas palavras. "não te estás a preparar para repetir a história do avelino arredondo?"










































