há muito que perdi o interesse pela profundidade. de rodin e moore não queria mais do que o equivalente ao chiaroscuro. não me interessa essa terceira dimensão que não reune nada que verdadeiramente necessite. viveria agradavelmente nas páginas de um livro ou mesmo num quadro. sonho ainda em viver dentro de uma melodia, que dimensão terá? permanece a dúvida: em que páginas, em que tela ou em que sons?
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