dizes-me meu amor: "vivemos cercados de eternidade e não temos tempo". e assim passamos ao lado de tudo guardando não mais que um efeito blur. o damásio diz que as imagens dos objectos e dos acontecimentos, e ainda as palavras ou as frases que os referem, nos ocupam quase toda a nossa memória. talvez tenha razão e, talvez avancem ainda pelos nossos sentimentos e emoções. mas não quardamos nada de muito nítido quando nos preparamos para adormecer.
a representação mais próxima desse túnel pré-narcótico encontrei-a no museu do chiado. captar a presença humana no efeito blur é a pretensão de gerhard richter.
o josé bragança de miranda sabe mais disso com certeza. sei que ele estará neste momento a usar o alemão para um programa de doutoramento.
e eu, que pouco mais sei do que das máquinas da minha fábrica, para aqui a falar de arte contemporânea...
a representação mais próxima desse túnel pré-narcótico encontrei-a no museu do chiado. captar a presença humana no efeito blur é a pretensão de gerhard richter.
o josé bragança de miranda sabe mais disso com certeza. sei que ele estará neste momento a usar o alemão para um programa de doutoramento.
e eu, que pouco mais sei do que das máquinas da minha fábrica, para aqui a falar de arte contemporânea...
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