hoje de manhã, a caminho da fábrica, a camioneta que seguia à minha frente sacudiu uns ramos de amendoeira à beira da estrada e choveram muitas pétalas que encheram o meu pára-brisas. senti o sinal como mathilde naquele longo domingo. soube depois que era um anjo que se despedia e não mais vivi no dia de hoje.
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