quarta-feira, 16 de fevereiro de 2005

devendra












era assim que eu queria as palavras agora. a cobrirem todos os pedaços de papel precioso. como se faz nas prisões. as mortalhas são tesouros e sobram sempre palavras. mas sabes, são dias maus estes. lá fora a rua está cheia de ruído e parece que ninguém ouve devendra banhart. ninguém repara em coisas tão simples como besouros.

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