segunda-feira, 7 de fevereiro de 2005

MMM












acreditei no velho sábio no cimo da montanha. percebi depois que era feminina a silhueta que se virou. procuro hoje a felicidade na forma de um casal de crianças que brincam no cimo de um farol, no fio que une duas pessoas, no seio de uma mulher ou no coração amado que bate na mão que acenou ao inimigo no bingo crépuscule. está tudo no filme de jean-pierre jeunet. americano demais para ser francês em cannes. é preciso esquecer amélie e jeunet para ver este filme como ele merece. e não é assim com tantas coisas na vida?