amanha quando sair em shiphol nao quero ter rembrants nem van goghs à espera. tenho saudades do
hundertwasser. apresentou-mo a martina brenden vai para uma duzia de anos. nunca visitei a casa-mãe. há um mês estava a banhos na alemanha geriatrica de baden baden. agora tenho que esperar por setembro para o ver em viena. a martina, alema democratica e refugiada nordica pela guerra, passava horas à frente do lenço do hunderwasser: a casa é o espelho do homem e da mulher. será?
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