vou demorar a recuperar da noite no tagv.
da conferência/performance comentada aqui pelo luis da natureza do mal, apetece-me acrescentar as cores: o contraste do verde-alface de danton com o bordeaux de robespierre, tutelados ambos pelo negro dos moderadores-tradutores.
a ingenuidade e superficialidade de danton contra o profundíssimo robespierre ('não se pode deixar uma revolução a meio').
no final a ambiguidade: fazia eu o papel de diderot enquanto o luís simulava jean-jacques rousseau?
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