«Quando abordo os intérpretes das minhas peças, falo-lhes sempre do sentido, ou melhor, dos sentidos que o movimento possui e do prazer como ponto de partida para chegar ao mistério que envolve o momento de dançar. A nossa relação com o prazer só pode ser de índole íntima e pessoal. É pelo prazer que a realidade, sempre multiforme e sempre por desentranhar, se torna acessível e habitável. Se não fosse pelo prazer, a vida seria profundamente aborrecida. Ou talvez directamente impossível de viver. A sua fogosidade é o sintoma da sua importância. E diria ainda que o prazer é um dos antídotos mais eficazes que a humanidade descobriu, contra o medo. Nos tempos que correm, quando os marcadores do medo, dispostos a salvar-nos sempre e a qualquer momento dos perigos do mundo, se esforçam por estender o seu discurso sinistro, o prazer apresenta-se-nos como uma arma de resistência estética de primeira ordem».
As palavras são de Juan Carlos Garcia, o coreógrafo, eu não as diria mas sempre quero ver a coreografia que é o que me interessa.
Hoje no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, 21:00:
BALLET GULBENKIAN
PAULO RIBEIRO (direcção artística)
Paradise Practice
Coreografia: Stijn Celis
Monólogos do Oriente (*)
Coreografia: Rui Horta
O céu pode esperar(*)
Coreografia: Juan Carlos Garcia
(*) Estreia Mundial
As palavras são de Juan Carlos Garcia, o coreógrafo, eu não as diria mas sempre quero ver a coreografia que é o que me interessa.
Hoje no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, 21:00:
BALLET GULBENKIAN
PAULO RIBEIRO (direcção artística)
Paradise Practice
Coreografia: Stijn Celis
Monólogos do Oriente (*)
Coreografia: Rui Horta
O céu pode esperar(*)
Coreografia: Juan Carlos Garcia
(*) Estreia Mundial
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