jantei com o velho marinheiro marlow que me contou viagens que parecem determinadas para ilustrar a vida e ficam como símbolo da existência. a gente luta, trabalha, sua, quase rebenta, às vezes rebenta mesmo para realizar qualquer coisa... e não consegue. não é que nos caiba a culpa. simplesmente não é possível fazer nada de nada, grande ou pequena coisa... nadinha deste mundo... nem mesmo casar com uma solteirona ou levar a banguecoque a miséria de umas 600 toneladas de carvão. a popa dourada a gritar acima das ondas que tornavam mais escuras as palavras pintadas no costado: judea, londres, andar ou morrer.
"compramos um livro de conrad e o que retemos não é aquela onda gigantesca que partiu tabiques e arrastou marinheiros; não é aquele pôr do sol ou aquele incêndio em pleno mar; é antes a grandeza que o homem revela a enfrentar a onda, em ser corajoso, bom, fiel, num universo indiferente e perigoso."
o barco e a juventude a arder. passa daí a garrafa!
mocidade: uma narrativa
joseph conrad
76 páginas.
assirio & alvim, 2003.
"compramos um livro de conrad e o que retemos não é aquela onda gigantesca que partiu tabiques e arrastou marinheiros; não é aquele pôr do sol ou aquele incêndio em pleno mar; é antes a grandeza que o homem revela a enfrentar a onda, em ser corajoso, bom, fiel, num universo indiferente e perigoso."
o barco e a juventude a arder. passa daí a garrafa!
mocidade: uma narrativa
joseph conrad
76 páginas.
assirio & alvim, 2003.
Sem comentários:
Enviar um comentário