oporto, jozef dekkers.
ainda tinha o quadro daquele porto por acabar. ainda sangravam as mãos das arestas do granito. quase não tinha tempo para te dizer. mesmo assim foi o tempo do abraço. de te olhar fundo nos olhos e repetir gritando para que não ouvisses:
haja o que houver
esperarei por ti
haja o que houver
esperarei por ti
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